Mercado financeiro reduz expectativa para inflação em 2026, mas projeção segue acima do teto da meta

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A projeção dos economistas para a inflação deste ano recuou para 5,3%, após o alívio no mercado internacional com o fim do conflito entre Estados Unidos e Irã e a consequente queda no preço do petróleo.

Apesar da melhora registrada no Boletim Focus, o relatório semanal divulgado pelo Banco Central com as previsões do mercado financeiro sobre os principais indicadores econômicos, o índice de inflação projetado para este ano continua superando o teto da meta estipulada pelo governo, que é de 4,5%

Para o ano de 2027, o mercado financeiro revisou a estimativa de inflação para cima, elevando a projeção de 4,17% para 4,18%.

Ainda de acordo com o boletim Focus mais recente, os analistas mantiveram a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, em 14% ao ano até o fim de 2026.

Esse cenário sinaliza que o Banco Central deve promover apenas mais um corte residual de zero vírgula vinte e cinco ponto percentual nos juros até dezembro.

Para os anos seguintes, a expectativa do mercado é que a taxa de juros recue gradualmente, atingindo 12% em 2027 e 10,5%ao final de 2028.

No indicador do Produto Interno Bruto, que mede o crescimento da economia brasileira, as previsões mais recentes para este ano foram mantidas em 1,99% de alta.

Já para o ano que vem, houve um ligeiro ajuste positivo na estimativa do PIB, que subiu de 1,68% para 1,69%.

No mercado de câmbio, as projeções para a cotação do dólar não sofreram alterações nesta semana, com os analistas mantendo a previsão da moeda americana ao fim de 2026 em cinco reais e vinte centavos.

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